As últimas palavras de Swazo Camacase

 


 


 


     A peça As últimas palavras de Swazo Camacase [ou Um pouco mais de nada], de Pedro Dias de Almeida vai ser apresentada, em estreia, dia 26 de Setembro, no Teatro Municipal da Guarda.


    Trata-se de mais uma produção do Projéc~, estrutura teatral do TMG, com encenação, cenografia e interpretação de Américo Rodrigues.


    “Um velho escritor conversa com o seu público em jeito de despedida. Há mais de um mês o seu médico deu-lhe um mês de vida. Mesmo assim, Swazo Camacase é, ou acredita ser, como sempre foi, um «abismo de possibilidades» - tão entusiasmado pela velocidade do seu Porsche 911 verde como pela desaceleração dos dias, um tédio procurado, um nada cheio de vida interior”, explica o autor da peça.


    Pedro Dias de Almeida é natural da Guarda, sendo jornalista da revista VISÃO desde 1994; desempenha, actualmente, as funções de editor da secção de Cultura.


 



     O Projéc~ é um projecto de criação desenvolvido no âmbito do Teatro Municipal da Guarda; tem por base uma pequena estrutura flexível de profissionais da área do teatro. Inscreve as suas produções no âmbito da programação do TMG.


Até à data, o Projéc~ apresentou: “E outros diálogos” de João Camilo com encenação de Luciano Amarelo; “A Cozinha Canibal” de Roland Topor com encenação de Américo Rodrigues; “Na Colónia Penal”, ópera de Philip Glass, segundo conto de Kafka e com encenação de Américo Rodrigues; “O Barão” de Luís de Sttau Monteiro com encenação de Fernando Marques; “Eu queria encontrar aqui ainda a terra” de António Godinho e Manuel A. Domingos com encenação de Luciano Amarelo; “Os Sobreviventes” de Manuel Poppe com encenação de Américo Rodrigues; “Querido Monstro” de Javier Tomeo com encenação de José Neves, “São Francisco de Assis” e “Mun­dus Imaginalis num quadro de Van Gogh” de Vicente Sanches com encenação de Américo Rodrigues, “Simplesmente Complicado” de Thomas Bernhard com encenação de Américo Rodrigues, a peça radiofónica “Senhor Henri” de Gonçalo M. Tavares com José Neves, “The Dumb Waiter” de Harold Pinter com encenação de Fernando Marques; “A Acácia Vermelha” de Manuel Poppe com encenação de Valdemar Santos; “D’abalada” de Jorge Palinhos com encenação de Luciano Amarelo; “A dama pé de cabra” de Alexandre Herculano com encenação de Antónia Terrinha; “Fragas”, a partir de textos de Miguel Torga, com encenação de João Neca.


 


   Fonte: TMG

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