Alexandre Branco é o novo diretor do Departamento de Investigação Criminal da Guarda da Polícia Judiciária da Guarda. O novo responsável pela PJ da Guarda – nomeado por despacho publicado no passado dia 29 de abril – assumirá funções a partir da próxima segunda.

A Ministra da Justiça nomeou Alexandre Branco sob proposta do diretor nacional da Polícia Judiciária, em comissão de serviço, pelo período de três anos, referindo que “preenche os requisitos legais e é possuidor de competência técnica, aptidão, experiência profissional e formação adequadas ao exercício das respetivas funções”.
O novo diretor da PJ da Guarda é coordenador de investigação criminal da carreira de investigação da carreira da Polícia Judiciária desde dezembro de 2017; desde setembro de 2022 que estava a dirigir o Departamento de Investigação Criminal de Portimão.
Alexandre Branco tinha já trabalhado no DIC da Guarda, onde foi, desde maio de 2015 responsável pela Secção Regional de Investigação do Tráfico de Estupefacientes (SRITE) e instrutor de tiro entre 1992 e 2022; esteve ligado às áreas de investigação de crimes económicos, estupefacientes e crimes contra pessoas, tendo iniciado a sua carreira na Polícia Judiciária em 1989.
Aludindo à saída do anterior diretor do DIC da Guarda para a cidade de Braga, o despacho de nomeação do novo diretor do Departamento de Investigação Criminal da Guarda da Polícia Judiciária, sublinha que
esta “sucessão acontece em momento em que os efetivos a coordenar têm aumentado, seja por via da colocação de novos inspetores recrutados nos últimos concursos externos, seja por intermédio dos inspetores do extinto Serviço de Estrangeiros e Fronteiras recolocados na PJ, alguns deles regressando da situação de afetação funcional em que se encontravam, sendo agora maiores, em consequência, as necessidades de enquadramento de pessoal, a impor a designação de um responsável formal”. É referido, ainda, que este é um “cargo de índole eminentemente técnica”, sendo o provimento do cargo de diretor do DIC da Guarda, considerado “como essencial e inadiável, enquadrando-se, analisada a questão, à luz de critérios de importância, de inadiabilidade”.